Alternate Reality Games

Há algo de misterioso no Seminário Nacional ABED de Educação à Distância, que começou no sábado passado (23) e vai até o próximo domingo (31), somente pela Internet. E tal mistério pode ter alguma relação com a Professora Berta Gaspar, que está no twitter, no orkut e por e-mail pedindo ajuda a algumas pessoas.

Berta parece ser a personagem de um Alternate Reality Games, “narrativa baseada em fatos da vida quotidiana mas que possuem sentidos adicionais que mobilizam as pessoas a interagir e enfrentar desafios coletivamente.

Realizados em múltiplas bases, os ARGs se aproveitam das vantagens das mídias eletrônicas para o envio de pistas sucessivas que vão compor um panorama narrativo maior.

Vários desses jogos são desenvolvidos de forma a que nenhum jogador isolado possa resolvê-los. Os participantes formam comunidades para trocarem informações, encontrar e desvendar as pistas do jogo.

Um aspecto essencial de muitos desses jogos é o de fazer uso da inteligência coletiva. Cada participante contribui com o que sabe ou descobre e troca informações com os demais.

A ação coletiva acelera a resolução dos desafios em caminhos que surpreendem os próprios organizadores dos jogos.

Na interação e discussão em equipes os participantes criam novos conteúdos, produzem resumos, mapas, publicam fotos e vídeos que colaboram na resolução dos desafios. São os próprios reporteres, detetives e cientistas que desvendam pouco a pouco a história. Em conjunto, eles buscam em diferenciados caminhos as informações, separam as importantes das irrelevantes, negociam consensos, criam procedimentos e usam suas habilidades para resolver os problemas propostos.

Por meio das interações e produções, os ARGs ampliam os desafios para além das comunidades, do computador e da internet e envolvem todo o mundo no contexto do jogo.”

Estamos tentando acompanhar as pistas deixadas por Berta. Vamos ver onde isso vai dar….

Saiba mais sobre o que são ARGs.

Jaciara de Sá Carvalho

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A Inteligência Coletiva e o Grupo Nós

Educação na Cibercultura: comunidades de aprendizagem para mobilização da inteligência coletiva é o nome do artigo do Grupo Nós publicado pela Revista Udesc Virtu@l do Centro de Educação a Distância da Universidade do Estado de Santa Catarina .

Fruto de umas das primeiras discussões sobre a IC, o artigo reflete a fase inicial de nossa pesquisa. Veja aqui.

Jaciara de Sá de Carvalho, uma das integrantes do grupo Nós, defendeu, brilhantemente, em 18 de maio seu mestrado com a dissertação Redes e Comunidades Virtuais de Aprendizagem: elementos para uma distinção. Clique para ler.

A banca foi constituída por Vani Kenski e Gilson Schwartz.

Salete Soares

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Por uma inteligência para além dos macacos de Andrew Keen

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Imagem sob licença Creative Commons: Toby Simkin

Hoje comprei   “O Culto do Amador“, de Andrew Keen. O livro é polêmico porque vai na contramão da deificação da internet com espaço para a inteligência coletiva. O autor prefere colocar em foco a estupidez coletiva em escala planetária. Para Keen, a internet é um instrumento nas mãos de macacos exuberantes (os humanos) que praticam todos os tipos de asneira em rede (o autor recorre ao “Teorema do Macaco Infinito”, proposto pelo biólogo evolucionista T.H. Huxley).

Keen não está completamente errado ao expor a estupidez coletiva, mas, assim como o rei Thamus, em Fedro de Platão, que argumenta contra a escrita, a mais nova invenção do deus Theuth, seus argumentos incorporam apenas parte da verdade.

Não me agrada nenhum um pouco visões fundamentalistas sobre esse ou qualquer outro assunto. Quando falamos do humano seria possível separar o bem do mal? A inteligência da estupidez? Na minha opinião, as tecnologias encarnam o bem e mal, assim com a inteligência e a estupidez do humano.

Vejo nos argumentos de Keen uma oportunidade para o projeto da inteligência coletiva. Sim, sou um otimista, não nego. Sou da linha de Nicholas Negroponte, de Pierre Lévi e de Alvin Toflen. Vislumbro também a possibilidade de uma educação para a inteligência coletiva. Ora, não podemos nos render a mediocridade.

Não tenho a ingenuidade de achar que a tecnologia é elixir salvífico da humanidade, mas como em Sodoma e Gomorra, precisamos fazer intervenções em nome dos justos. É preciso tecer a “engenharia do laço social”, pois é esse o projeto da inteligência coletiva proposto por Lévy.

Para reverter esse cenário aviltante, evidenciado por Andrew Keen, será preciso, dentre outras coisas,  fazer uma reapropriação das pedagogias da valorização do humano. Precisamos inventar uma educação para a inteligência coletiva que salve nos mesmos das consequências imprevisíveis da nossa estupidez coletiva.

José Erigleidson da Silva

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A valorização das competências pela IC

“Um exemplo das possibilidades abertas pelo ambiente colaborativo é a preparação de um livro, algo que já foi feito em conjunto pelos alunos da rede municipal. Isso incluiu não só os textos, mas também a criação de ilustrações, o design da capa e a formatação final. O material foi impresso e entregue a órgãos municipais no fim do ano passado.”

O trecho acima foi retirado de uma matéria que fala de experiências bem sucedidas do uso de notebooks na escola (aqui) . Tais iniciativas, como se pode perceber nesse exemplo, ampliam as possibilidades do trabalho colaborativo e da ocorrência da inteligência coletiva na sala de aula.

Na economia, Don Tapscot fala do prosumer (produtor-consumidor) . Na educação on line , o  prof. João Mattar , do aututor. Eu aposto na figura do aluno produtor de conteúdos, em inglês,  Student Generated Content.

Os Nativos Digitais são mais propensos à colaboração do que seus predecessores. Assim, é preciso que os educadores estejam preparados para aproveitar esse potencial emergente, mobilizandos e articulando  competências. 

Segundo um relatório produzido pelo Pew Intern and American Life ,  assinado pelo prof. Henry Jenkins, mais da metade de todos adolescentes americanos são criadores de conteúdo em mídias digitais e um terço dos adolescentes que usam a internet compartilham suas produções na rede. Em muitos casos, esses estão envolvidos na chamada “cultura participatória”.

A participatory culture is a culture with relatively low barriers to artistic expression and civic engagement, strong support for creating and sharing one’s creations, and some type of informal mentorship whereby what is known by the most experienced is passed along to novices. A participatory culture is also one in which members believe their contributions matter, and feel some degree of social connection with one another (at the least they care what other people think about what they have created).

 Aos poucos as escolas preparam a infraestrutura tecnológica para o suporte da inteligência coletiva, mas ainda será preciso desenvolver as competências essências para a IC, tanto aquelas relacionadas à instituição quanto às ligadas aos alunos e professores.  Será preciso que as escolas se tornem um exemplo de colaboração em todas as suas dimensões. Os professores precisarão se tornar engenheiros do laço social, pois isso sim será fundamental para a emergência da inteligência coletiva na Educação.

José Erigleidson da Silva

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Comunidades dos novos tempos

Reflexões a partir da leitura do texto Por um novo conceito de comunidade: redes sociais, comunidades pessoais, inteligência coletiva, de Rogério da Costa, publicado na Revista Interface – Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, maço/agosto.2005.

Este texto trata da transmutação do conceito de “comunidade” em “redes sociais”. Esta mudança se deve em grande parte à explosão das comunidades virtuais no ciberespaço, fato que acabou gerando uma série de estudos não apenas sobre essa nova maneira de se fazer sociedade, mas igualmente sobre a estrutura dinâmica das redes de comunicação. No centro dessa transformação, o autor discute conceitos como capital social, confiança e simpatia parcial, para que possamos pensar as novas formas de associação que regulam a atividade humana em nossa época.

O autor desenvolve seu raciocínio apresentando de maneira breve e bastante pertinente conceitos importantes de comunidade, por meio de vários autores.

Costuma-se inferir, segundo o texto, que as comunidades antigamente eram mais consistentes e duradouras do que aquelas dos dias de hoje, e que as pessoas hoje tendem mais à solidão do que em outros tempos. No entanto, o que temos agora são novas formas de organização das comunidades, em parte em decorrência das novas tecnologias. Formar comunidades livres de amarras geográficas e temporais é algo um tanto novo que ainda poderá trazer grandes surpresas a nossa vida em sociedade.

Segundo o autor, “há muito ainda a se aprender sobre a formação de redes sociais, a afluência de idéias e informações por meio de associações humanas no ciberespaço. O que já está claro, para a multidão que povoa o mundo virtual, é que estamos diante de um fenômeno que nos força a pensar diferentemente a maneira como nos organizamos em grupos e comunidades”.

Wanderlucy Czeszak

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Sinergia?

Inteligência coletiva é um conceito surgido a partir dos debates promovidos por Pierre Lévy sobre as tecnologias da inteligência, conforme consta na  Wikipedia em português.

Uma rápida olhada na versão francesa nos traz a idéia de sinergia e de que é possível pensar em até resultados catastróficos quando se fala inteligência coletiva. Não deixa de ser interessante essa maneira de encarar o tema. Estariam corretas as afirmações traduzidas da Wikipedia francesa?

Este blog está aberto a vertentes e possibilidades a respeito da IC e não fechar questão sobre um tema que está começando a ser discutido e que promete muito.

Abaixo a versão francesa:

“Inteligência coletiva designa as capacidades cognitivas de uma comunidade resultante das múltiplas interações entre seus membros (ou agentes).

Os elementos trazidos ao conhecimento dos membros da comunidade fazem que tenham apenas uma percepção parcial do meio e não tenham consciência da totalidade dos elementos que influenciam o grupo.

Agentes com comportamento simples podem cumprir tarefas aparentemente muito complexas graças a um mecanismo fundamental que se chama sinergia.

Sob certas condições particulares, a sinergia criada por colaboração faz emergir capacidades de representação, de criação e de aprendizagem superiores àquelas de indivíduos isolados. O estudo da inteligência coletiva implica assim o estudo dos limites das interações entre os membros de um grupo, limites que conduzem a erros coletivos, por vezes, catastróficos.

As formas de inteligência coletiva são muito diversas e variam de acordo com os tipos de comunidades e membros que elas reúnem. Os sistemas coletivos podem ser, com efeito, mais ou menos sofisticados. As sociedades humanas em particular não obedecem regras de outros sistemas naturais, como por exemplo, do mundo animal.”

De modo modo simplicado, as características são:

  • uma informação local e individual: cada individuo possui apenas conhecimentos parciais do meio e não tem consciência da totalidade dos elementos que influenciam o grupo;
  • um conjunto de regras simples: cada indivíduo obedece a um conjunto restrito de regras simples em comparação ao comportamento do sistema global;
  • as interações são múltiplas: cada indíviduo está em relação com um ou muitos outros indivíduos do grupo;
  • a estrutura emergente é útil à coletiviadade: os indivíduos ganham beneficios em colaborar (às vezes instintivamente) e sua performace é melhor do que se ele estivesse sozinho.

Salete Soares

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Antes da inteligência coletiva, a inteligência.

Não tenho pretensão alguma de apresentar aqui, neste post, uma definição absoluta e definitiva a respeito do que seja inteligência, a intenção é menos pretensiosa, apenas desejo fazer uma breve introdução ao tema.

O mote das investigações do Grupo Nós é a inteligência coletiva, termo popularizado pelo francês Pierre Lévy. Antes, entretanto, de falar de uma inteligência coletiva (o que farei em outro post) antecede a pergunta “o que é inteligência?”, pois como nos lembra a professora Lucia Santaella: “temos que começar as coisas de seus começos, agarrá-las pela raiz, caso contrário, tornamo-nos presas de uma rede em cuja tessitura não nos enredamos e, por não nos termos enredado, não saberemos lê-la, traduzi-la.” Julgo importante esse exercício, uma vez que se fala agora, e cada vez mais, de uma inteligência coletiva, distribuída, anuncia-se a emergência do Cibionte, um macroorganismo constituído pelo conjunto dos homens e de suas máquinas, conceito proposto Rosnay. Somado a isso, temos ainda nossas teorias implícitas (não declaradas) de inteligência.

O que é Inteligência?

Em 1921, essa mesma pergunta foi feita pelos editores do Jornal of Educational Psychology a 14 psicólogos famosos da época. As respostas variaram, mas de um modo geral, eles acreditavam que inteligência envolve a capacidade de aprender e de se adaptar ao meio. Mais tarde, o conceito de inteligência foi ampliado, e incluiu a importância da metacognição, as visões das pessoas e seu controle sobre seus próprios processos de pensamento, além do papel da cultura, já que o que pode ser considerado como inteligente em uma cultura pode parecer uma estupidez em outra. Sterneber então define inteligência como “capacidade de aprender a partir da experiência, usando processos metacognitivos para melhorar a aprendizagem e a capacidade de se adaptar ao ambiente. Ela pode requerer diferentes adaptações em distintos contextos sociais e culturais.”.

Richard Gregory, professor de Neuropsicologia da Universidade de Bristol, nos traz dois conceitos bastante interessantes sobre inteligência. Para isso faz uso da metáfora da energia, potencial e cinética. Gregory sugere o termo inteligência potencial para referir-se ao conhecimento armazenado e o termo inteligência cinética para designar o processo. Termos distintos enquanto conceito, mas que se tocam e se imbricam na prática pois, segundo ele, “algum conhecimento é necessário para resolver problemas, e é preciso uma certa iniciativa para aplicar os conhecimento de forma apropriada.”. Para que esses termos fiquem mais evidentes, transcrevo, abaixo, trecho de seu artigo “Vendo a Inteligência”, do livro A natureza da Inteligência, organizado por Jean Khalfa:

“Quando Macbeth pergunta: ‘Diga-me onde você adquiriu essa estranha inteligência?’, ele está perguntando pela fonte do conhecimento ou informação. Tem o mesmo sentido que a ‘inteligência militar, o que não implica que os militares sejam especialmente brilhantes. Por outro lado, se dizemos que Einstein era inteligente, referimo-no ao que ele inventou ou descobriu, mais do que ao que ele aprendeu na escola ou posteriormente em sua vida. É porque o que ele disse não era ainda conhecido que vemos Einstein – e Newton, Faradey, Darwin e outros grandes inovadores – como excepcionalmente inteligentes. Não é a inteligência de conhecimento já existente. É a inteligência de descobrir ou criar novo conhecimento.”

Não poderia terminar este texto sem citar a Teoria das Inteligências Múltiplas proposta por Howard Gardner. Para esse autor, a inteligência não é um conceito único e indivisível, mas a soma de várias habilidades. Gardner identifica as seguintes inteligências: Lingüística, Lógico-Matemática, Espacial, Musical, Corporal-Cinestésica, Interpessoal e Intrapessoal.

Depois de todas essas considerações, eu pergunto, onde começa a inteligência coletiva no ciberespaço? Que tipo de inteligência? Seria apropriado falar de uma inteligência coletiva potencial ou cinética? Seria possível delinear uma cartografia cognitiva do grande cérebro planetário?.

José Erigleidson

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Primeira ação: Campus Party

Começa hoje, em São Paulo, o Campus Party Brasil 2009. E o Grupo Nós não poderia ficar de fora deste que é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo.

Durante uma semana, quase 6 mil participantes compartilharão experiências e debaterão assuntos relacionados à tecnologia, à cultura digital, à Educação e ao entretenimento em rede.  Eles compartilharão presencialmente e a distância, já que blogs, twitters e outros ferramentas via Internet estarão conectados comentando e complementando tudo o que é visto e discutido por lá.

Já possível possível conferir o que está acontecendo via LiveStream, que agrega tudo o que é publicado na Internet sobre o evento, desde que use a palavra-chave (tag) #cparty.

Certamente poderemos ver exemplos de mobilização de Inteligência Coletiva (IC), considerando que o conceito que orienta o trabalho do Grupo Nós é atribuído ao filósofo Pierre Lévy, para quem a IC “é uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências”.

Vocês poderão acompanhar os posts do Grupo Nós a respeito do evento por meio do blog da Cidade do Conhecimento, a qual somos associados. Confira neste documento algumas atividades que nos interessaram.

Leiam, comentem e compartilhem seus conhecimentos conosco!

Jaciara de Sá Carvalho

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Grupo Nós, o começo.

Cheios de motivação, confiança e curiosidade, hoje inauguramos o blog do Grupo Nós. Nosso desafio é desvendar as conexões possíveis e ainda ocultas entre Inteligência Coletiva (IC) e Educação. Tal abordagem parece-nos muito apropriada para os dias atuais, caracterizado pelo conhecimento holístico e  pela necessidade do Pensamento Complexo,  conectando todos por meio de redes digitais.

Mas afinal o que é o Grupo Nós?

O Grupo Nós formou-se no primeiro semestre de 2008 a partir da disciplina “Ensinando em Ambientes Virtuais 1″ da Pós-Graduação da Faculdade de Educação da USP, ministrada pela Profa. Dra. Vani Kenski. O nome do grupo foi a primeira tarefa sugerida pela professora aos alunos do curso “Ensinando em Ambientes Virtuais”, parte deles já com experiência em ensino e projetos on-line, como o “Nós”.

A palavra “Nós” surgiu da ativação das inteligências reunidas em grupo para designar aquelas pessoas que passavam a constituir uma rede – nós como pronome na 1ª pessoa do plural do caso reto e como pontos de ligação. Ao final do curso, parte da atual formação procurou “Nós” espalhados por outros agrupamentos da disciplina para constituir esta rede.

Os “Nós” de hoje, agora associados à Cidade do Conhecimento, da USP, desejam se expandir pelo ciberespaço para investigar e propor formas de ativar a inteligência coletiva de outros agrupamentos.  Sua ecologia preferida são os contextos educacionais, embora esteja aberto a outros.

Gostaríamos de registrar, neste início de caminhada, nossos agradecimentos especiais à Profª Dr.ª Vani Kenski, por ter proporcionado a formação do Grupo em sua disciplina e a convivência em uma verdadeira comunidade virtual de aprendizagem, a partir de uma visão emancipadora de Educação.  Da mesma forma, ao Prof. Dr.  Gilson Schwartz, pelo acolhimento na Cidade do Conhecimento e  confiança no Grupo Nós neste início de jornada intelectual.

Queremos agora convidá-los não apenas para serem nossos leitores, mas sim colaboradores e “nós” dessa teia de inteligência que começamos a tecer agora.

Até breve!

Grupo Nós

BlogBlogs.Com.Br

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